Escritas do fundo do mar

08
Jul 09
A motivação que impulsiona as acções de cada um não se mede pela razão, mas sim pelo sentimento. O tribunal das relações pessoais não deve ser acutilante nos seus julgamentos. O espaço de respiração é exíguo e escasseia a margem de manobra dentro de cada obra.

O sufoco de cada pensamento medido ao milímetro da consequência, aperta a garganta da consternação e arranha o fundo da alma. Vamos com calma…

- As dotas sapiências de suas excelências, fazem o favor de me deixar sentir?

As pressões circundantes, as constantes, reduzem o pensamento individual e acrescentam desnecessárias questões. Meras ilusões. O produto da soma é a subtracção da diferença pela indiferença, acrescentando a sentença. Será isso que cada um pensa?

– Não pensem… sintam!

A mentira do sentimento interno chega aos poros da razão em pequenos afloros de verdade, sem consequência. O arrepio do destino arrefece a realidade do presente e afasta do pensamento o momento.


Senhoras e Senhores: bem-vindos ao submundo da mente!


Bilhetado por Brunorix às 13:41

Da mente? É a mente que sente? Ou o que se sente, mente? Haverá razão no sentir? Não pensem...sintam!
Anónimo a 8 de Julho de 2009 às 18:50

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