Escritas do fundo do mar

22
Out 08
05 da manhã uma tosse, sem brilho no olhar
06 da manhã mais tosse e agonia
Às duas por três quem sabe onde isto irá parar
Eu é que já tusso tanto e até dormia

05 da manhã ei, bem bom
Tosse e amanhã ei, bem bom
06 da manhã ei, bem bom
05 da manhã ei, bem bom
06 da manhã pra dois, bem bom
Tossir e o que virá depois?
Bisolvon, ei!


Tudo verdade... até o facto de estar acordado a esta hora e com esta música na cabeça! Terá sido numa noite destas que surgiu a inspiração ao António Pinho, ao Pedro Brito e ao Tozé Brito? É que este nível de criação não se atinge a qualquer hora!

E agora?! O que fazer com esta pérola do nacional cançonetismo? A quem vamos dar isto para cantar?... hum... deixa cá ver... hum... olha, pode ser a estas meninas:





P.S. – Já que não durmo, divirto-me. Ou então, estou a ficar xarope!
Bilhetado por Brunorix às 05:59

21
Out 08
Alvitradas manhãs de sapiência
Abundam no país dos que sabem tudo
Opinam
Conhecem dos mistérios a ciência
Julgam da fortuna o mais sortudo
Empinam

Sábias tardes cheiram a certeza
Opinadas ilusões mostram maresia
Empinam
Ensoberbecidas de razão tesa
Encavalitam desejos e fantasia
Oh… pinam?

Doutas noites escorrem vontade
Secam opiniões de doutores
Opinam
Lânguidos regos deleitam puberdade
Onde pinam esses senhores?
Em pinam!




Bilhetado por Brunorix às 13:12

20
Out 08
Se calhar é um bocadinho de mais. Eu sei que eles são todos modernos, mas estes rolos na cabeça… não sei… na rapariga da Caras parecia ficar bem.
E o jantar?! Será que devia ter feito qualquer coisa? Mas estes ricaços… nunca sei o que é que eles comem! Além do mais, não quero que ela pense que sou saloia! Li na Maria esta coisa da emancipação… não sei se era bem isto… o Armandinho é que não achou piada nenhuma! Ter que ir buscar frangos… enfim, seja o que Deus quiser!

(trim, trim)

Ui, devem ser eles… força e coragem Alzira!

“Olá meus queridos! Bem vindos! Ana, Francisco… como estão?”

“Olá Alzira, como está? Gosto do seu penteado!”

Olha, parece estar a resultar… se calhar usa-se mesmo!
“Gosta?! Fui de propósito ao cabeleireiro! Parece que agora está na moda… estes penteados com os rolos postos!”

“Ah… não me diga?! Mas fica-lhe muito bem! O seu marido não está?”

Agora é que ela se rende a esta mulher moderna que eu sou!
“Vem já… foi lá abaixo buscar os frangos para o jantar!”

“Os frangos?! Que bom adoro frango!”

Eu sabia. Eu sabia!
“Sabe Ana, parece que agora é moderno as mulheres não fazerem o jantar. Como eles também não sabem fazer, manda-se vir tudo de fora! Não acha o máximo?”

“Ai, acho, acho. Super original. A mim nunca me tinha acontecido…”

“Olhe, a campainha… Francisco, não se importa de abrir? Deve ser o Armando com os frangos. Depois se não se importa ajuda-o a pôr a mesa, enquanto nós duas pomos a conversa em dia!”
Esta agora é que eles não aguentam! E este também faz cara de parvo como o meu, quando lhe disse para ir comprar os frangos…
“Depois de tantos anos de opressão chegou a nossa vez! Não acha Ana?”

“Desculpe… estava distraída.”

“Estava a perguntar se não acha que depois de anos e anos de opressão chegou a vez de sermos servidas?!”
Não me digas que esta não lê a Maria! O que é que ela fará no cabeleireiro?

“Ai, sim, sim. Sem dúvida. Lá em casa também é sempre o Francisco que compra os frangos!”

“Pois faz muito bem! Aqui a vizinha do 3ºEsq também anda a aprender estas novas tácticas! Mas não estamos aqui para falar disso… temos muito que combinar sobre o casamento dos nossos pombinhos. Que a propósito devem estar quase a chegar…
Sabe?! Tenho sonhado muito com este dia. O dia em que a minha Odete entra vestida de noiva numa igreja…”

“Igreja?! Mas o casamento não é no civil?!”

Olha agora… queres ver?! Isto não são já modernices a mais?!
“Disparate! Oh Ana. Não diga isso nem a brincar. Onde é que já se viu um casamento sem igreja?”

“Pois sabe… eu pensei que...”

Alzira Maria! Tu não te deixes ficar! Havia de ser bonito!
“Mas é que nem que a vaca tussa! E o que é que as outras pessoas iam dizer?!”

“Bem, não sei… já lhes perguntou a eles como é que queriam fazer?!”

Ai, ai, ai. Onde é que isto já se viu?!
“Não sei como é que educou o seu filho… mas a minha Odete, faz o que eu lhe disser!”
Ainda bem que vem aí o meu Armando… olha, olha, toda sorrisinhos para o meu marido…

“Olá Armando, com está?”

“Olá Ana. Espero que esteja a correr tudo bem… eu sei que a minha Alzira por vezes…”

Ai Armando Manuel, que logo a gente conversa!

“Não! Nada disso! Estamos a entender-nos na perfeição!”




* Exercício de ponto de vista. Curso Avançado de Escrita Criativa. Exercício A feito na aula nos 15 minutos disponíveis. Exercício B feito em casa como oposição ao primeiro. Mais ou menos no mesmo tempo.

Bilhetado por Brunorix às 15:31

Meu Deus! O que uma mãe não faz por um filho! Ainda agora só vamos no elevador e já me sinto em brasa! Mas porque é que a sociedade nos obriga a estes fretes?!

“Está tudo bem, Ana?! Estás com um ar tão pensativo…”

“Sim querido, tudo bem. Estou só nervosa com o jantar.”

“Então, vá lá. Sabes que fazemos isto pelo Pedro. Nada de cenas, sim?!”

“Claro! Por quem me julgas?! Vá, vá toca lá à porta e vamos despachar isto de uma vez!”

(trim, trim)

“Olá meus queridos! Bem vindos! Ana, Francisco… como estão?”

Meu Deus, o que é aquilo que ela tem na cabeça… rolos?!
“Olá Alzira, como está? Gosto do seu penteado!”

“Gosta?! Fui de propósito ao cabeleireiro! Parece que agora está na moda… estes penteados com os rolos postos!”

“Ah… não me diga?! Mas fica-lhe muito bem!”
Vá lá não ter aparecido de chinelos e roupão!
“O seu marido não está?”

“Vem já… foi lá abaixo buscar os frangos para o jantar!”

“Os frangos?! Que bom adoro frango!”
Eu nem acredito que esta pindérica não preparou o jantar…

“Sabe Ana, parece que agora é moderno as mulheres não fazerem o jantar. Como eles também não sabem fazer, manda-se vir tudo de fora! Não acha o máximo?”

“Ai, acho, acho. Super original. A mim nunca me tinha acontecido…”

“Olhe, a campainha… Francisco, não se importa de abrir? Deve ser o Armando com os frangos. Depois se não se importa ajuda-o a pôr a mesa, enquanto nós duas pomos a conversa em dia!”

Meu Deus… isto vai de mal a pior. Agora ainda tenho que dar conversa à lambisgóia! Ai meu filho… onde te vieste meter?!

“… não acha Ana?”

“Desculpe… estava distraída.”

“Estava a perguntar se não acha que depois de anos e anos de opressão chegou a vez de sermos servidas?!”

“Ai, sim, sim. Sem dúvida. Lá em casa também é sempre o Francisco que compra os frangos!”
Bolas, não posso dizer estas coisas. Prometi e mim mesma que me portava bem.

“Pois faz muito bem! Aqui a vizinha do 3ºEsq também anda a aprender estas novas tácticas! Mas não estamos aqui para falar disso… temos muito que combinar sobre o casamento dos nossos pombinhos. Que a propósito devem estar quase a chegar…
Sabe?! Tenho sonhado muito com este dia. O dia em que a minha Odete entra vestida de noiva numa igreja…”

“Igreja?! Mas o casamento não é no civil?!”

“Disparate! Oh Ana. Não diga isso nem a brincar. Onde é que já se viu um casamento sem igreja?”

Bem, deixa-me cá pensar… viu-se meu, o da minha irmã… o da maioria das minhas amigas…
“Pois sabe… eu pensei que...”

“Mas é que nem que a vaca tussa! E o que é que as outras pessoas iam dizer?!”

“Bem, não sei… já lhes perguntou a eles como é que queriam fazer?!”

“Não sei como é que educou o seu filho… mas a minha Odete, faz o que eu lhe disser!”

Tirem-me deste filme, por favor! Ah! Aí vem o totó. Salva pelo homem dos frangos!
“Olá Armando, com está?”

“Olá Ana. Espero que esteja a correr tudo bem… eu sei que a minha Alzira por vezes…”

“Não! Nada disso! Estamos a entender-nos na perfeição!”



Bilhetado por Brunorix às 13:26

17
Out 08
É tudo o que este homem escreve, diz ou faz. Este génio da música e do romance. Este monstro da instrumentação e do ensino musical. Quem, se não este Deus, conseguiria dominar a Guitarra Portuguesa, a Guitarra, o Piano, o Órgão, a Bateria, a Flauta, o Acordeão, o Cavaquinho, a Viola Braguesa, o Bandolim e a Concertina. E ainda o Solfejo e a Teoria Musical? E ainda por cima tudo mágico!



E não contente, com esta vincada veia, ainda domina os pergaminhos da literatura. Os cânones da arte de escrever e transmitir ainda mais magia pelas palavras, também de si musicais, em obras consagradas como: "A santa assassina", "A prostituta virgem", "Incesto sem pecado", "Matavam as freiras grávidas", "Cruz de fogo", "Maldição cigana", "O violador das mortas", "Falo perdido" e o célebre "Casei com a minha irmã”.




Senhoras e senhores, a homenagem há muito devida a esse alicerce da cultura em Portugal, Eurico A. Cebolo!



No entanto, e honra seja feita, qual de nós grande músico não aprendeu umas cançõezitas nestas bíblias musicais? Só nunca cheguei a perceber como é se consegue do Piano Mágico 1 para o Piano Mágico 2 transformar a miúda em Pastor Alemão! Acho que foi por isso que não vinguei na música!
Bilhetado por Brunorix às 18:38
tags:

16
Out 08
Estou de volta e resoluto. Enquanto fermento no pensamento e no desejo, a minha paixão literária, - que neste momento se resume a ler e a tirar cursos de escrita criativa – vou fazer o possível por contribuir para o difundir desta paixão.

Não pretendo ser original e muito menos inovador, mas seguindo uma sugestão estrelar, vou iniciar aqui no Bilhete de Ida um clube de leitura. Coisa modesta, destinada aos poucos (mas bons!) que por aqui passam e que vai servir, sobretudo, para podermos partilhar o gosto pela leitura e o prazer pela discussão dos diferentes (ou iguais) pontos de vista.

Confesso que a ideia está um bocado verde, e nem sei se o funcionamento é viável, mas vamos por partes:

1 - Escolher uma obra de 3 que vou sugerir, ali na votação ao lado
2 - Marcar uma periodicidade para trocarmos as ideias (através dos comentários ao post) – talvez semanal
3 - Dividir o livro por partes em função dessa periodicidade
4 - Basta uma pessoa que queira ler (ou reler) o livro, para a ideia avançar
5 - Os posts relativos ao Clube ficarão com a etiqueta Clube de Leitura. Quem quiser saber o que está para trás, basta consultar a referida etiqueta
6 - Ninguém precisa de se identificar para comentar – basta ler o livro em causa
7 - Outras instruções/ideias, vamos discutindo ao longo do caminho


Como qualquer democracia (controlada!) alguém tem que tomar decisões e os pontapés de saída têm que ser dados pelos idiotas. Por isso, a minha escolha recai nos seguintes livros:


1- A Tábua de Flandres – Arturo Pérez-Reverte

Como admirador confesso deste escritor, e por ter lido todos os seus livros, escolho este por ser o meu preferido dele. A qualidade de escrita é inegável, mas este livro, em particular, aprisiona-nos numa vontade incontrolável de o ler de uma só vez.




2 – Hotel Memória – João Tordo

Pela surpresa da descoberta, já referida anteriormente, pela qualidade que reconheço na sua escrita, porque ainda não li este livro (mas já o comprei!) e porque acredito e incentivo os jovens escritores portugueses, aqui fica a escolha número dois. Não por ordem de preferência, mas porque no meio está a virtude!




3 – Ensaio Sobre a Cegueira – José Saramago

Palavras para quê?! Um prémio Nobel, um português… mais o filme e toda a polémica americanóide. Talvez o menos "fácil", mas também quem sabe o mais merecido. Tinha que estar na lista!




A votação vai ficar aberta durante duas semanas. Finda a mesma, farei a divisão do livro e a distribuição pela periodicidade escolhida. Depois… é só comentar, comentar, comentar! Aceitam-se criticas, ideias, sugestões, incentivos, palavrões e outros ões!


Declaro oficialmente aberto o Clube de Leitura do Bilhete de Ida!

Bilhetado por Brunorix às 17:02

13
Out 08


Adorei! Da surpresa da descoberta, à estupefacção pela maturidade, passando pela consolidação de um prazer até à ansiedade pelo final. Uma escrita adulta, reveladora de muito que eu não sabia, mas que gostei de saber. Interessou-me, agarrou-me e deixou-me curioso pelo que está para trás...

Continuo de molho, qual bacalhau, mas pelo menos estou a combater a pilha de livros que nunca li por estar sempre a ler outros que vão aparecendo. Decidi fazer limpeza ao meu sótão literário e as centenas de páginas virgens da minha leitura serão agora fecundadas!

Já comecei e abraço com avidez todas as vidas que estão por conhecer. Sinto-me a descomprimir de um longo mergulho e penso que o meu corpo se está a ressentir deste tempo todo a que esteve sujeito à pressão da profundidade. Como tal, e porque não se pode brincar com doenças descompressivas, vou fazer todos as safety stops recomendadas. Aproveito a horizontalidade e vou lendo...
Bilhetado por Brunorix às 13:27

10
Out 08







Bilhetado por Brunorix às 18:14

Desembarcam hoje na minha praia as tropas cíclicas da concretização. Haverá mortos e feridos, mas no final os que não perecerem sentirão do alívio o cansaço da vitória. A estratégia do desembarque concertado culmina um longo período de guerra, engano e sofrimento.

No coração da batalha usurpam-se opiniões, declarações e intenções. Esgrimem-se argumentos e digladiam-se decisões. A luta corpo a corpo arranca ferozmente pedaços de paciência e força de vontade. Grande verdade!

No entanto e apesar de ferida, a alma humana sairá mais forte e caminhará na direcção da próxima batalha. Não é essa uma das características que acompanha qualquer ser batalhador?! Levantar na derrota, rumo ao confronto seguinte. Às armas!

No ribombar da vitória ficará para a história pessoal, o dia do desembarque. O dia D! * O dia em que as conjugações de vontades, vão poder finalmente respirar de alívio e adormecer… simplesmente adormecer!





* Dantesco, Deblaterado, Delegante e sobretudo… Desgastante!
Bilhetado por Brunorix às 10:51

09
Out 08

Já não sei se é do corpo, da cabeça ou de qualquer outro mal que eu padeça. Mas estou cansado e enjoado das fases que não acabam e das injustiças que se amarram. Soltem-me! Deixem-me adoecer num canto e recuperar!

Já não sei se é do corpo, se da cabeça. Mas da desilusão primeiro que me esqueça… Revolvem-se-me as entranhas da apatia, num sinal que de todo não queria e numa esperança que aos poucos é fugidia.

Já não sei se é do corpo, se da cabeça. Mas este desconforto, que ninguém o mereça. A sensação de mal estar em todo o lado, ao mesmo tempo perdido e achado. Numa névoa de vontade, que me leva para longe a verdade e a certeza de que o que não espera é a idade!

Já não sei se é do corpo, se da cabeça. Mas estou doente, e isso é mesmo coisa que de dia me aborreça e à noite me deixe quente. Mas à moléstia digo presente e à modéstia sou descontente, num escárnio que me ofereça.

Já não sei se é do corpo, se da cabeça…

06
Out 08
O sabor amargo que fica, não deixa esquecer a falta de equidade no momento. A insegurança na verdade provoca o disparo ocasional, mas de ferida certeira. E de que maneira! Abrem-se as comportas da raiva e liberta-se o caudal em todas as direcções. À passagem cega da enxurrada furiosa, arrancam-se plantas, flores e outros odores.

Se duns fica a dor, doutros fica a raiva. No caminho nota-se a gaiva. A incompreensão pelo tratamento contrário suscita a revolta da razão e a certeza da viragem. Ao não reconhecido direito de superioridade, contrapõem-se o grito surdo da angústia. A dificuldade em marchar ao ritmo da incompetência, sem pedir clemência, liberta da fome o prato fundo da sedição.

Soltam-se dúvidas, estremecem amarras. Procuro no escuro do sono a segurança de um aquecimento que me explique, que me dê a resposta que não entendo. A dificuldade no levantar do amanhã, adormece-me o desgosto de hoje. Não acho justo…





… hoje preciso de gritar! Gritar a uma só voz a razão que me acolhe, mas que não me acode. A justiça que quero ver feita e que não se enjeita. Preciso de soltar a raiva escrita do pensamento… a todo o momento…

(…)

Já está!


Na escuridão do lamento surge a força
Que ilumina o vazio do buraco negro
Que aumenta a vontade de lutar
Que chora de tanto gritar
Esperando da voz que se torça
Tentando empurrar da raiva o regro



Bilhetado por Brunorix às 10:24

01
Out 08
Hoje, é apenas um dos 365/6 dias do ano em que a música tem dia mundial. A única diferença, é que hoje se fala disso e nos outros dias apenas o sabemos sem comentar. Como nos livros, também a música merece uma efeméride simbólica comemorativa.

A conjugação de sons numa determinada sequência, a que se decidiu chamar música, acompanha-nos desde sempre. Até antes de nascer já ouvimos música. É verdade que nem todos lemos (infelizmente), mas também é verdade que não há ninguém que não a ouça, que não a sinta, que não a veja, que não a queira… ninguém vive sem qualquer manifestação de musicalidade. Consciente ou inconsciente!

Quando é que uma combinação de sons passa a ser música? Quando nós quisermos! É essa a magia deste bem universal! A música está verdadeiramente em todo o lado. Tudo é música! Andar, viver, respirar, sentir, pensar, olhar… tudo é música! Haverá na vida, fenómeno mais abrangente?! Haverá algum outro fenómeno que abranja todas as classes, todas as condições, seres ou estados?!





Não é por acaso que é considerada das artes a primeira! Não é por acaso que é um bem patrimonial mundial, que nem precisa de divulgação nem preservação. Consegue ciclicamente renovar-se e difundir-se por si só. Para haver música, basta haver vida! E imaginação… e sentimento… e mais exemplos destes…





Mais que as palavras, ficam os sons, o sentimento e a devoção. Que todos os dias se mantenham mundiais de comemorar e ritmados de ouvir! Boas músicas!



Bilhetado por Brunorix às 14:05

Outubro 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

12
14
15
18

19
25

26


BILHETE`S DIVER
EMÍLIO DO BILHETE
bilhetedeida@gmail.com
Encontrar Bilhetes