Escritas do fundo do mar

16
Jun 08
Arde-me o peito do vazio que sinto. A passagem fulminante que teve nas nossas vidas, deixou a marca do desalento e da esperança perdida. Tento levitar e olhar para baixo com a distância de quem está de fora para pensar que não é nenhum drama. E não é. Mas custa muito, lá isso custa! Foram 3 dias de ansiedade e luta por uma vida presa por um fio que acabou por se partir. Trouxe-me à memória um Tio, outrora ido, que da comparação não serve, mas foi mais um olho que se apagou…






Mas se uns vão outros ficam, e se a Blimunda Sete-Luas passou e marcou, o Baltasar Sete-Sóis está cá e respira saúde. Fizemos da companhia uma ideia e tentámos da boa acção fazer uma razão. Não quis o destino que assim fosse. Mas tentaremos de novo, na certeza de que o que fazemos, fazemos bem feito, e a preceito!





Curiosa a sintonia que faz desta sinfonia a procura de uma companhia. A dádiva de receber pode ser uma certeza, porque por vezes a comunicação não verbal ajuda a um entendimento noutras plataformas. Também o Caju e o Banjo, que fazem da irmandade vivência, passeiam alegremente pelas nossas realidades. Preenchem vazios em vez de substituições e ocupam o seu lugar próprio nesta história. A estes 5 amigos, deixo a certeza de que não me esqueço deles. Aos que ficam e aos que já foram!





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