Escritas do fundo do mar

15
Jun 08
Na contenda do já referido afastamento, ficou por lavrar a homenagem das homenagens. A mais merecida de todas, a que merece o maior dos Bilhetes de Ida, a mais justa das mais sentidas, a ode de uma vida dedicada, a verdadeira aplicação do dar sem receber e um agradecimento profundo e gritado num silencio por tudo e mais tudo e mais tudo…
Obrigado por mereceres tudo o que sinto!

Quis o destino, que os nossos se cruzassem num turbilhão de emoções. Quem não sente… E se nós sentimos! Como seres de explosões cutâneas, explodimos da diferença a indiferença da igualdade partilhada e sofrida. Fizemos das calendas, o aqui e agora.
Obrigado por continuares a ser um porto seguro!

As certezas não faladas, são as que nos fazem dormir a sorrir. As minhas noites de sobressalto, já não foram porque estavas lá, uma vez e outra e depois mais outra. E ainda outra! Alicerçaste o meu caminho com a simplicidade de quem ama.
Obrigado por me teres apoiado!

Que estas linhas marquem do eterno, o alcance dos sentimentos nem sempre demonstrados. Se das datas não fiz fundamento, nunca é tarde para dizer que lamento. Parabéns! Por existires, por seres quem és, por tornares bonitas as vidas dos outros e por tudo o mais que nem consigo escrever…
Obrigado por me deixares agradecer!




P.S. - Não são as linhas que eu mais queria, embora muito sentidas, mas as obrigações familiares a isso me obrigam! Desvantagens da globalização…
Bilhetado por Brunorix às 21:42

E, afinal de contas, uma pessoa escreve para se divertir, para viver mais, para gostar de si mesma ou para que os outros gostem. *

Os afastamentos prolixos, motivados pelas férias, não permitiram a proximidade de um aparelho, com ou sem fio, que me permitisse a emissão de um Bilhete. Palpitei das veias a distância e mantive a muito custo, o pulsar fervoroso da vontade de escrita. Desperdicei muitas “inspirações” para emitir, mas guardei outras tantas que passo agora em bilhetes dados, à guisa de resumo temporal.

O Euro 2008 e a gasolina competem de mãos dadas na corpórea urde que nos faz correr ora para a bomba, ora para a televisão. Saltitamos emocionalmente de nenúfar em nenúfar, à velocidade de um golo de Ronaldo & os outros, enquanto somos carregados por trás - cartão vermelho directo! – pela Galp & as outras. Agora que até já somos campeões europeus, pelo menos da esperança, continuamos com Portugal cada vez mais no seu melhor!




Se da culpa se subentende responsabilidade, todos temos a cota parte da razão e dela mesma. No dia-a-dia do crescimento, sentimos a incompreensão da vontade e a dúvida da culpa. Mas afinal o que é isso da culpa?! Eu também não sei, na maioria dos casos, a não ser quando em determinadas situações “culpáveis” se consegue sem sombra de dúvida culpar o culpado. É que não é qualquer candidato a culpado que consegue tamanha estupidez! A não ser que o culpado seja eu…




P.S. - E Angola que fica tão longe...



* Arturo Pérez-Reverte, in O Clube Dumas


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