Escritas do fundo do mar

17
Nov 08
Animada troca de comentários largou do porto de uma primeira parte, rumando em mar calmo de opinião. Navegamos em direcção à continuação, na senda de agitar um pouco as águas da discórdia!

Depois da tareia psicológica (e da outra) infligida no leitor e no narrador no final da primeira parte, atingimos um capítulo de maior carga deambulante. O estilo do autor está adquirido, mas a distinção bem demarcada entre as duas partes, também se reflecte no desenrolar da escrita. Uma grande subida emocional e romântica da primeira parte e agora o levantar depois da queda. Algumas curiosidades se destacam e a trama enche de densidade o enigma.

Além de ser consensual, que não sabemos o nome verdadeiro do herói (embora continuem as referências a Melville, agora de Ismael passou a Bartleby), torna-se curioso o facto de não se perceber também a sua nacionalidade… ou será que se percebe? Outra curiosidade é o facto de esta parte acabar noutra tareia (esta bem mais violenta e com sequelas). Haverá uma ligação entre a violência sentida e a procura interna? E a externa…? Que sensações vos transmitiu esta parte por oposição/sequência à primeira? Que…? De…? Se…? Façam correr o sangue fervente nessas veias opinativas!





P.S. -Não se esqueçam das sugestões para a próxima leitura...
Bilhetado por Brunorix às 10:43

O arranque da trama, do segredo da entidade de quem o contrata, o mistério à volta do fadista e depois as consequências de tudo isso, fazem-nos correr as letras com os olhos à espera de uma explicação para breve. Foi aí que me agarrei ao livro.
Patti a 19 de Novembro de 2008 às 01:34

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