Escritas do fundo do mar

19
Jun 09

A minha editora pessoal, emite agora mesmo a sua quadricentésima publicação. A prateleira enche-se de orgulhos e olho para todas as lombadas com um carinho “pouco” modesto de autor. Não pela qualidade, mas pela dedicação e empenho. Estão aqui muitas horas de pensamento escrito e muitas partilhas. Algumas (poucas) maravilhas e outras tantas curiosidades. Pelo meio algumas verdades. Mais à ponta outros intentos. Alguns desalentos.



Dou dois passos atrás e contemplo o padrão formado por todas elas, como num quadro impressionista. Quer dizer, faz-me impressão. Não imprimo nada, mas publico de espanto o facto de uma experiência de escrita virtual se tornar numa realidade viciante. Já não imagino a minha realidade sem o Bilhete de Ida. Nasceu e veio para ficar. Pelo menos por aqui.

Com a revisão editorial desta publicação, surgem todos os pensamentos e os agradecimentos. Porque se o impulso surge de motivação pessoal e o concretizar segue as normas e as ideias do editor cá da casa, a verdade é que sem retorno não havia continuação. É por isso que a todos agradeço e com todos (continuo) a partilhar estas publicações em forma de Bilhete.


Bilhetado por Brunorix às 13:37

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