Escritas do fundo do mar

11
Jan 10

Hoje é um dia muito especial por ser absolutamente igual aos outros todos. No entanto, do ponto de vista simbólico, a data assinala o completar do segundo ano de existência. É comum aceitarmos o espaço temporal referente a um ano como uma referência da longevidade em causa. É por isso, que o Bilhete de Ida atinge hoje uma dessas marcas de longevidade: o segundo ano completo de ebulição (e bulição – porque isto do vício ainda dá trabalho).



É engraçado constatar que uma brincadeira em formato de experiência virtual se tornou num elemento presente no dia-a-dia do pensamento. Muitas das linhas directivas do meu estar foram redesenhadas desde que o blogue nasceu. A escrita foi uma descoberta e tornou-se presença constante e fundamental na respiração da vida.

Em jeito de celebração resumida, deixo os números da viagem que este Bilhete de Ida já alcançou, com destaque para algumas estações e apeadeiros: 479 posts, 17187 visitas, 1 programa de rádio, 1 Clube de Leitura, 2 cursos e meios de Escrita Criativa, 1 conto publicado num livro, 1 texto numa agenda e muitas horas de, com e para.

A todos os que de alguma forma contribuíram, influenciaram, apoiaram, acarinharam, criticaram (bem e mal) ou que só espreitaram, aqui fica o meu obrigado por tudo. E mais alguma coisa.

Cheers!


Bilhetado por Brunorix às 18:08

13
Mai 09
E assim voou mais um ano de crescimento a olhos, pouco, vistos ou não fosse a distância a barreira da circunstância. Mesmo assim, o orgulho é imensurável e o sorriso tranquilo que te acompanha é a prova de que tudo está bem.

Em dia de ajoelhados sacrifícios, peregrino na tua direcção a promessa latente do acompanhamento possível e a garantia do forte sentimento, esse sim, sempre presente. Faço votos de casta idade, para que o futuro nos traga mais tempo visual e mais olhares que se toquem.


Ainda ontem te vi pela primeira vez e custa-me a acreditar, hoje, que o tempo tenha passado por nós com a velocidade estonteante do amanhã. Parabéns pela dádiva de existires e um bom dia para ti, todos os dias, na certeza de que cada um seja pelo menos melhor que o anterior.

Parabéns!


P.S. – E aos pais também, pelo servicinho bem feito.

Bilhetado por Brunorix às 18:34

02
Mar 09
Foi uma vez uma estrela, que já era mas ainda não tinha sido, do mar. Estava no fundo de um oceano de tempestades, mas mantinha sempre a mesma tranquilidade singela de um repouso sereno, mas expectante na procura.

Certo dia, que foi certo pelo destino, decidiu mover-se de uma rocha para outra para procurar um melhor abrigo, das intempéries de vida e do pouco alimento situacional da sua posição. Esta movimentação, que pela curta distância aparentava ser segura, foi interceptada por um Tubarão de Sesimbra que vagueava nas redondezas em busca de alimento.



Aparentemente assustada, a Estrela-do-mar tentou ficar muito quietinha para que o Tubarão não a visse e seguisse o seu caminho. Só que este tubarão tinha umas lentes (com desconto igual à idade) e topou logo aquela estrelinha assustadiça. Aproximou-se de dentes afiados e… não fez absolutamente nada! Embasbacou-se, emparvalhou-se e deixou-se ficar de boca aberta.

Seria um tubarão temático? Pensou ela, desiludida por não ter sido comida. Não satisfeita com a desfeita, afinal tinha-se movimentado no seu melhor vestido Carmim Fundo, decidiu enviar flores com chupas ao Tubarão para que ele não se esquecesse da sua atitude tão pouco condizente com um macho da sua estirpe aquática.

Águas passadas sobre a recepção das mesmas (flores com chupas), o Tubarão indaga por mais movimentações da Estrela-do-mar e numa tentativa de salvar a honra tubaronense envia uma mensagem por búzio electrónico a agradecer as mesmas (flores com chupas). A partir daí várias mensagens se trocaram (por búzio e telefone de concha) em direcção a outros mares nunca dantes mergulhados.

No entanto, o Tubarão nunca mais se decidia a comer a Estrela-do-mar (o que a deixava profundamente, de profundidade, furiosa) e esta não foi de modas (até porque sempre vestiu atitudes diferentes): voltou à carga com uns deliciosos biscoitos em formato de gengibre do mar, que deixaram o Tubarão profundamente extasiado, especialmente da barriga.

Algumas trocas depois e um doce telegrama via Express-Fish, decidiram encontrar-se para partilhar um belo bife (de atum) com ovas a cavalo e molho portugália aquática. Vários encontros se seguiram até que um dia a Estrela-do-mar convida o Tubarão para conhecer a sua rocha da alta e quando finalmente o Tubarão se preparava para a comer (à Estrela) ela esfrega o seu cavalo-marinho pela paredes da garagem da rocha, numa atitude de demonstração de poder profundamente feminino, isto é, contraditório.

Deliciado com aquela demonstração, o Tubarão entusiasmou-se e começou a viajar para Sul com frequência para estar com a Estrela-do-mar na sua rocha da praia. Às vezes era ela que viajava para Norte.

Decidiram parar com as viagens e juntaram-se na mesma rocha onde ainda hoje vivem. A Estrela-do-mar atubaronou-se e o Tubarão tornou-se estrelado. Não se percebeu bem como se fundiram, mas alguma coisa aconteceu e os dois estão vivos e felizes.




Adenda Infantil - Vá lá alguém perceber o moral desta história. Crianças: não digam aos vossos pais que eles se comem porque não há nada por escrito.

Adenda Adulta – É claro que ninguém come ninguém e podem contar esta inocente história aos vossos filhos. Afinal é só amor entre espécies diferentes.

Adenda EspecialParabéns!

Adenda Temporal – Esta história foi ontem, mas a validade é eterna.


17
Fev 09
Os dias são todos iguais, excepto quando não são. Hoje é um dia igual aos outros, com o mesmo horário, com o mesmo trajecto, com o mesmo emprego, com a mesma crise, com a mesma alegria e com todos os mesmos dos outros dias. No entanto, é um dia completamente diferente dos outros todos. É diferente porque hoje não só penso em ti, como nos outros dias, mas porque escrevo só para ti para te dizer o que penso em todos os dias que não o faço.

És o meu ídolo! E aos verdadeiros ídolos devíamos dizer todos os dias a admiração que temos por eles, o quanto gostaríamos de os imitar, o quanto invejamos os seus pensamentos e ideias, o quanto os amamos e o quanto idolatramos as pegadas que deixam na vida. Mas não dizemos. Deixamos tudo guardado na gaveta de um móvel de lassidão e de certeza diária…

Mas hoje digo. Digo e repito em voz escrita nas asas do vento para que se sopre por toda o lado. Grito nas entrelinhas da alma, com a força do sentimento conquistado em batalhas de crescimento. Escrevo em tábuas de passado a mensagem do presente. Canto na alegria da celebração toda a tua existência e consistência. Danço na memória do amanhã ao homem que sempre foste.




Foram árduos os caminhos que nos trouxeram aqui e que nos fazem (agora) sorrir na tranquilidade do que sabemos. Apertamos as mãos de certeza, sem surpresa, e contentes da envolvência seguimos no mergulhar das vontades.

Para que todas as memórias naveguem na direcção do amanhã, deixo plantada esta árvore escrita para celebrar este dia tão especialmente igual a todos, mas em que fica a marca da comemoração de mais um dia especial.

Parabéns Rei Leão!
Bilhetado por Brunorix às 12:56

11
Jan 09
Somos seres contadores. Assim que nascemos começamos a contar. Contamos o tempo, contamos o dinheiro (uns contam mais que outros), contamos os sucessos e os insucessos, contamos os amores e os desamores, contamos os dias e as noites, contamos o estudo e os amigos, contamos as experiências e as histórias, contamos fotos e recordações, contamos trabalho e férias, contamos a saúde e a doença, contamos o que falta para, contamos o que já passou de, contamos saudade, contamos sentimento e contamos, sobretudo, aos outros sobre o que já contámos.

Eu hoje já contei 366 dias, 267 Posts, 318 comentários, 5045 visitas, 1 programa de rádio, 1 clube de leitura, 5 doenças (com a de hoje), 40 etiquetas, 1 curso e meio de Escrita Criativa, 302 imagens e 1 orgulho por isto tudo.

O que eu não consigo contar são as horas de prazer que aqui estão, as palavras todas que aqui deixei, os contactos todos que por aqui fiz, a satisfação imensa pela descoberta deste mundo e a grande realização de criação de um projecto de partilha controlada.

O Bilhete de Ida é uma realidade em crescimento e faz parte integrante do meu blog de vida. Faz hoje um ano que tudo começou e este atingir de proporções que eu nunca imaginei, deixa-me fascinado por ter descoberto o prazer na escrita e pela escrita. Não estão em causa padrões de qualidade, mas sim de satisfação e eu hoje conto-me satisfeito!



23
Out 08
Os recentes acontecimentos trouxeram a este humilde Bilhete de Ida, algum crescimento em termos de notoriedade. Por acréscimo, sinto a responsabilidade de não defraudar os eventuais passageiros desta viagem e começo a ter a preocupação de emitir bilhetes que possam também informar, para além de todas as outras coisas que espero que consigam transmitir.

Por isso, comecei a pensar o que seria interessante dizer hoje: a crise financeira actual… não, demasiado desesperante; as eleições americanas… não, sem interesse; a Manuela Ferreira Leite a dizer que não somos anões e a falar de Santana Lopes para a câmara de Lisboa… também não, muito repetitivo… Liedson a salvar o Sporting… não, what´s new?; gasolina baixou hoje na Repsol e BP… não, é de desconfiar… o que dizer então?!

Eis senão quando, surge na penumbra do meu acordar vagarosamente penoso, a notícia que interessa a todos! É que hoje, notem bem – precisamente hoje – comemoram-se os 50 anos da magnífica criação do belga Pierre "Peyo" Culliford. As simpáticas criaturas azuis que vivem em casas de cogumelos, os SCHTROUMPF! Também conhecidos em Portugal por Estrunfes, ou em Espanha por Pitufos (argh!), ou em Inglaterra por Smurfs, ou na Alemanha por Schlümpfe, ou na Polónia por Smerfach, ou na Noruega por Smuerfene ou em todo o mundo de outra maneira qualquer!



Existem Estrunfes para todas as emoções, sensações e situações. A condição humana é representada de diferentes formas em cada um destes gnomos. Qual será o Estrunfe que representa, por exemplo, as constantes candidaturas de Santana a tudo e mais alguma coisa?

Mas o que interessa é que fazem hoje 50 anos e por isso, PARABÉNS aos Estrunfes que fazem parte do imaginário de todos e de cada um e que continuam a cumprir o seu papel único no universo da BD. Há dias em que acontecem coisas importantes para o mundo, não há?!




P.S. – Este é o meu preferido!

23
Set 08
27 anos passaram, desde o dia em que te vi pela primeira vez. Podia agora fazer uma daquelas descrições clássicas de como eras cabeludo e careca, magro e gordo, muito grande e nem por isso, cabelo preto e louro, como choravas muito e pouco, de como tudo e nada. Mas, a realidade é que não me lembro. Não faço a mínima ideia do como eras no dia em que nasceste!

Hoje, lembro-me que apesar da distância eu gostava de te pegar ao colo. Eras um bebé maciço (característica que te acompanha até aos dias de hoje) e eu tinha uma maneira desajeitada e nervosa de te pegar. Acho que tu gostavas.




Depois, tenho memórias soltas e nem sempre sequenciais do teu caminhar. Mais uma vez, fomos separados da convivência num abraço de destino aceite. Ao nosso crescimento foram roubadas horas e horas de presença e parceria. Não foi culpa de ninguém, mas foi culpa de todos os que não fizemos nada para que fosse de outra maneira. Não foi grave, mas foi entrave.

Mas a verdade, é que desse tempo distante sorrio na praia do riso cavernoso, caminho nas bochechas de buço infantil e acerto as mangas da camisa que vestimos a ouro. E só faltava mesmo sua celênxia o touro!... para rega!

Atravessado o deserto da nossa vivência, sentimos da proximidade o oásis da idade. O que também é natural, pois 7 aos 7 não é igual a 7 aos 27. Saíste miúdo na aurora da nossa partilha e voltaste adulto no crepúsculo do nosso crescer. Transformaste o nascimento de mais um, num marco de vida diferente. Fizeste de ti um homem bom e transparente (como poucos) e gosto de ti por isso. A sensibilidade quase infantil do teu adultíssimo ser, ainda comove as minhas manhãs de espectador atento e sedento. É por isso que anoiteço a rir da nossa cumplicidade!


Um abraço de Parabéns irmão!
Um abraço irmão de Parabéns!
Um abraço irmão, irmão! Parabéns!
Parabéns! Um abraço do irmão!
Irmão, um abraço de Parabéns!

Um abraço pelo irmão! Parabéns!
Parabéns pelo irmão! Um abraço!
(estas duas são para pendurar na galeria da modéstia à parte)






Bilhetado por Brunorix às 16:36

15
Jun 08
Na contenda do já referido afastamento, ficou por lavrar a homenagem das homenagens. A mais merecida de todas, a que merece o maior dos Bilhetes de Ida, a mais justa das mais sentidas, a ode de uma vida dedicada, a verdadeira aplicação do dar sem receber e um agradecimento profundo e gritado num silencio por tudo e mais tudo e mais tudo…
Obrigado por mereceres tudo o que sinto!

Quis o destino, que os nossos se cruzassem num turbilhão de emoções. Quem não sente… E se nós sentimos! Como seres de explosões cutâneas, explodimos da diferença a indiferença da igualdade partilhada e sofrida. Fizemos das calendas, o aqui e agora.
Obrigado por continuares a ser um porto seguro!

As certezas não faladas, são as que nos fazem dormir a sorrir. As minhas noites de sobressalto, já não foram porque estavas lá, uma vez e outra e depois mais outra. E ainda outra! Alicerçaste o meu caminho com a simplicidade de quem ama.
Obrigado por me teres apoiado!

Que estas linhas marquem do eterno, o alcance dos sentimentos nem sempre demonstrados. Se das datas não fiz fundamento, nunca é tarde para dizer que lamento. Parabéns! Por existires, por seres quem és, por tornares bonitas as vidas dos outros e por tudo o mais que nem consigo escrever…
Obrigado por me deixares agradecer!




P.S. - Não são as linhas que eu mais queria, embora muito sentidas, mas as obrigações familiares a isso me obrigam! Desvantagens da globalização…
Bilhetado por Brunorix às 21:42

03
Mar 08
Hoje e ontem e sobretudo anteontem é e foram dias de aniversário! De um aniversário que se quis teu, para que fosse nosso de comemorar. Para que fosse o primeiro dos que estão para vir. Para que fosse celebrado pela presença das nossas vontades, pela alegria dos nossos nascimentos. Nascemos os dois no dia em que nos conhecemos, no dia em que comemorámos a dádiva da coincidência que nos fez existir ali e naquele momento! Todos os dias são dias do nosso aniversário. Cada dia que passa, acrescenta ao nosso nascimento uma celebração de vontades, uma vontade de celebrar mais um aniversário.

Para não deixar passar o teu e o nosso aniversário, fica uma lembrança de um momento que nos marcou pelo arrepio da surpresa, pela simplicidade da inspiração e pela beleza da mensagem…


Aniversário

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.

Sim, o que fui de suposto a mim mesmo,
O que fui de coração e parentesco,
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino.
O que fui - ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho...)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!

O que eu sou hoje é como a humidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),

O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas - doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado -,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos…

Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...


Álvaro de Campos
(15/10/1929)

Bilhetado por Brunorix às 11:26

17
Fev 08
Nasceste da vontade da vida, na aurora de um acontecimento que se quis grande pelo simples facto de não o ser. Afinal, eras só mais um que nascia. Eras só mais um que entrava na roda da vida. Que sorte te calharia?

Nem sei bem. Não sei bem, porque na verdade ainda hoje não sei bem o que sei. Mas algumas coisas sei. Sei que gosto de ti. Sei que és uma fonte de inspiração para a minha caminhada. Sei que cada passo que damos juntos mesmo que separados, nos une cada vez mais mesmo que ao longe. Sei que cada dia que nasce no amanhecer do nosso conhecimento, é mais um degrau desta escada que somos nós. Sei que és meu amigo. Sei que gostas de mim. Sei que a tua luz ilumina a escuridão da minha existência. Mas sei sobretudo… que nunca saberei o que dizer para que saibas tudo o que sei que gostaria que soubesses!

És o verde da esperança de uma vitória neste jogo da existência coexistida! Já deste 6-0 na vida. Que grande vitória! És o sexto violino na equipa do meu orgulho e o bota de ouro na tabela da minha vida! É por ti que torço nos Domingos do nosso crescimento. Obrigado Rei Leão!

Que os parabéns que mereces por existir se estendam a todos os dias e não só ao de hoje. Que as imagens do nosso rir sejam sorrisos como estes…


Parabéns Pai!
Bilhetado por Brunorix às 13:49

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