Escritas do fundo do mar

21
Nov 09
Voltou no presente Sábado para sua casa, uma carteira pequena (tamanho cartão de crédito) que nunca tinha fugido, nem desaparecido. Vestia a mesma camisola castanha da Camel Active e aparentava uma tranquilidade irritante que nunca perdera. Estava apenas desidratada e dorida por ter passado uma semana caída atrás de não sei quê. Não se sabendo como, não sei quem a arrumar deve ter encontrado a pobre desgraçada (ah e tal gandas porcos! - Não, não... estava MESMO escondida) e colocou-a na mesa de cabeceira (oposta). Na madrugada de hoje a família deu, finalmente, por ela ao desligar a luz em pleno azamboamento (que é qualquer coisa que dá por volta das duas da manhã). Fazia-se acompanhar pelos mesmos, o que é normal dado que nada aconteceu. A Pessoalidade Judiciária agradece toda a ajuda prestada (que foi nenhuma) e louva as atitudes incompreendidas e impensáveis que provocam estas alterações ao normal funcionamento dos gestos rotineiros, mas que têm sempre um final feliz, estúpido mas feliz.

A família aproveita para agradecer, sobretudo o facto de não ter que exasperar em lojas do cidadão e afins. Os cartões do banco até estavam sujos na zona da banda magnética e por isso não vem grande mal ao mundo pelo facto de terem sido substituídos.



(Segundo fontes próximas, a família pondera a utilização de novas tecnologias que previnam futuros embaraços).
Bilhetado por Brunorix às 11:44

Folgo em saber do retorno ao lar da desaparecida, sossegando, pois, as almas familiares, especialmente as que tiveram de alterar a sua rotina num sobressalto de angústia.
Até tinha passado aqui em busca de notícias... ;D
Si a 21 de Novembro de 2009 às 13:06

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