Escritas do fundo do mar

25
Jun 08
Passadas que foram as inaugurações e as dificuldades, surge na neblina da semana o raio de sol tão esperado. O incompleto do ser, sentido na dureza da dificuldade está terminado e esquecido. Faço do acontecimento o momento e pressinto que no bairro das nossas vidas, a vizinha que se avizinha tagarelou e ficou.




Feliz do constatar difícil, proclamo ainda que a razão que acompanha faz-me sorrir das pequenas coisas que tive saudade. Os pequenos “ses” e “mas” do nosso quotidiano, fazem falta ao meu caminhar diário e ao meu levantar rotineiro. Ajudado pela escrita de esquecimento, fui fazendo da criativa palavra o refúgio do tempo.

Se senti falta do ribombar dos nossos canhões de planos diários, que dizer do concretizar das balas de ideias por eles deitados?! Senti da falta a esperança do regresso, e rejúbilo da alegria o fim da etapa!
Bilhetado por Brunorix às 12:10

"o meu levantar rotineiro"?...pensava q o post era sobre nós mas tendo em conta que nunca vi nada repetido em casa deve ser um post sobre a vizinha do lado, talvez a Rosa...ou então sobre quando eu não estou. Se eu soubesse escrever, faria um post "em espelho" do teu, tal como a chave...É muito bom estar de volta!f
ps-e que saudades do balde verde : - )!
Anónimo a 30 de Junho de 2008 às 18:38

Desculpem... este post deve ser uma coisa intima... mas não aguento sem perguntar?? Quem é a Rosa? Quem é o Balde Verde? porquê Verde?
Anónimo a 7 de Julho de 2008 às 12:06

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