Escritas do fundo do mar

27
Jun 08
Devia de fazer confusão a todos
A gritante e chocante linguagem
Que de qualquer nobre faz pajem
Que enfia des a toda a hora
Como deve de ser, já agora
E arrepia o melhor da imagem

Li de uma jornalista e pasmei
Um deve de ser escarrapachado
Ouvi de um doutorado e pensei
Devia de fazer um apanhado?
Assim fiz da irritante razão
A luta de uma simples questão

Se de alguns se percebe motivo
De outros se choca o porquê
Da preposição que não se lê
Que de nada deve ao dever
Mas que insistem em escrever
Seja do morto, seja do vivo

Larguem os des meus senhores
Porque não há relação entre as partes
Deixem o dever sem de nas artes
Não inventem da língua horrores
Nem façam da escrita mutilada
A vergonha da fala arrasada!





De, de parabéns pelo texto.
Patti a 27 de Junho de 2008 às 10:59

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